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Este texto e imagem são de autoria de Laura Leite.

Olá gente! Aqui está a parte II do artigo sobre Saúde Intestinal. Novamente, muito obrigada à Flora e à Jo por me convidarem a contribuir neste site! :) 

Na parte I, revisamos a anatomia e o funcionamento intestinal em linguagem simples, em termos gerais. Também olhamos o intestino como segundo cérebro, e o eixo intestino-cérebro. Vimos uma seleção de estudos que mostram:
- A correlação entre saúde intestinal, sintomas psicológicos, e desequilíbrios psiquiátricos.
- A correlação entre a microbiota intestinal e a predisposição à obesidade e disfunção metabólica.
- O impacto do glúten no cérebro, e como este pode manifestar diminuição da memória, depressão, bem como sintomas digestivos.
- O quão próximo o intestino está ligado à nossa imunidade.
- A importância de evacuar regularmente. 

Também começamos a compreender a natureza do impacto de duas doenças intestinais muito relevantes, que têm aumentado em incidência atualmente: SBID (Supercrescimento Bacteriano no Intestino Delgado) e Permeabilidade Intestinal. Listamos estudos que demonstram como o álcool, mesmo quando é consumido com moderação, pode ser um importante fator de risco para ambas as doenças.

Trazendo todo o cenário do primeiro artigo para o nível prático, vamos:
- Manter em vista o sistema imunológico, o nervo vago, e o eixo intestino-cérebro.
- Tentar clarear o entendimento de que níveis de stress, emoções, descanso, movimento, dieta e digestão, formam um mecanismo indivisível.
- Convidar o leitor a tomar distância e olhar pela perspectiva de nossos ancestrais, como viviam, se comportavam, consumiam alimentos, antes de a civilização começar a manifestar as doenças que há hoje.


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Filosofia de pia: A diferença entre tensão e tesão.

22/06/2015 - 0 Comentários - Filosofia de pia |

Ultimamente, considerei mudar essa coluna de "filosofia de pia" para "filosofia de sova". Embora lavar a louça continue sendo um ótimo momento para divagar, me impressiono com o quanto posso estar atenta a uma massa de pão e paralelamente me deixar levar por assuntos que de outra forma eu não me daria o tempo de desenvolver. 

Por exemplo: num dia em que levantei bem cedo e fiquei fora até o fim da tarde, eu precisava fazer pães que foram encomendados para a manhã seguinte. Por conta do cansaço estava com um certo bode, já que o compromisso a cumprir exigia energia física (preparo e sovo tudo manualmente).
Coloquei uma música e fui dizendo cá com meus botões que tinha que parar de pensar no cansaço e preparar os pães sem pressa, com dedicação, como todos os outros. Que os queria macios, bem crescidos, com domo alto. "Preciso sovar direitinho, pra massa ficar tesa e crescer bem".
Foi aí que me distraí, deixando o trabalho todo a encargo dos braços.


Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto.

É Junho, então é época de aproveitar as festas juninas por aí. Aqui em São Paulo dá pra achar festas das mais distintas tradições, pratos típicos variados. Mas se tem uma constante em toda festa junina que se preze é a fogazza. Não? Bem, então é a constante na festa junina aqui do lado da minha casa. O que está ótimo pra mim.


 

Assim como meço o tempo miúdo (minutos, horas) em músicas, por conta do hábito de sempre ter uma trilha tocando em casa, o tempo médio (meses, estações), meço pelas comidas, clima do tempo, eventos.
Não importa se o mundo estiver caindo na minha cabeça, pra mim quando os dias ficam frios, o vento forte, e o sol mais amarelo, estão chegando as férias de julho. Nariz gelado, aipim, abóbora, pinhão, maçã, mexerica, limão todo o tipo de cítricos me lembram esse espírito. E olha que faz tempo que terminei a graduação, mas a sensação permanece.

No momento, a gente não vence consumir todo o limão que dá na árvore do quintal da minha mãe, mesmo distribuindo a fruta para os amigos. (Afinal, aqui quase todo mundo tem um pé de limão no quintal, ou alguém na família da pessoa tem). Há uns dois invernos, acho, colhendo um monte de limão caipira, resolvi fazer uma geléia que levava o sumo, a casca, açúcar, e só. Sem receita, sem anotar nada. Ficou ó-te-ma.

Resolvi filmar o vídeo dessa receita pra mostrar o jeito de preparar as cascas, como reconhecer o ponto da geléia etc, ficou lindo. Pena de deu errado! O sabor saiu forte demais.
Também! Quando preparei da primeira vez, mil anos atrás, não anotei nada. Preparando de cabeça agora, certamente fiz algo diferente, e eis que o resultado (lógico) ficou diferente. Nessas horas é que penso que realmente faz sentido andar sempre com um caderno debaixo do braço.
Aí  não teve outro jeito: aproveitei a abundância de limões e passei uma semana inteira testando preparar a geléia de várias maneiras, até chegar num resultado gostoso - o que não consegui mais obter somente com o sumo, a casca e o açúcar.

Agora sim, com uma versão testada, aprovada e anotada, passo pra vocês a receita da geléia de limão caipira!


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Detalhes tão pequenos - como fazer para manter a tábua de corte parada no lugar.

15/05/2015 - 1 Comentários - Detalhes tão pequenos |

Lembra da música, batuque na cozinha a sinhá não quer?
Pois eu, que não sou boba, nem sou sinhá, não tenha nada contra batuque na cozinha. Muito pelo contrário, aliás. Cozinho com batuques e mais uma porção de músicas diferentes tocando. 
Agora, quando vou cortar um monte de ingredientes de uma vez e a tábua fica sambando, isso sim acho irritante.


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