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Comida de rua - food trucks em São Paulo.

24/10/2014 - 0 Comentários - Comida de rua |

Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto.

Aqui na minha coluna do blog É o que tem pra Hoje defini comida de rua de forma bem abrangente: não é só aquela encontrada nas ruas e calçadas, e sim aquela comida rápida, prática e barata que encontramos pela cidade, de certa forma menos isolada do ambiente ao redor, do bairro e da comunidade. Mas claro: barraquinhas e vans sempre serão formas mais... puras, digamos.

Essa semana decidi falar não de uma comida ou local específico, mas sim de uma iniciativa que começou a “pegar” aqui em São Paulo no último ano: os Food Trucks. Pra quem não conhece, são caminhõezinhos bonitos, bem feitos e que servem, geralmente, versões mais chiquetosas das banquinhas populares. A infame versão gourmet.


Lembra uma vez que eu disse um dos motivos que me faz considerar avós tão ninja?
Elas são sensacionais! Não importa que alguma coisa saia errada ou fora do esperado, elas têm uma habilidade inacreditável de transformar alguma coisa em outra coisa. Uma que dê certo. 
Isso é particularmente verdade na cozinha, mas se aplica a outras áreas do conhecimento, com certeza. 
Eu, que estou longíssimo de ser avó, pelo menos posso ir treinando meu lado ninja desde já.

Acontece que nos últimos tempos meu namorado e eu temos nos interessado um bocado por café. Temos experimentado variedades especiais, torras diferentes, acidez assim, aroma assado... Não que sejamos grandes entendedores do assunto, mas gostamos bem.
Aí, em um dia em que eu *precisava* beber café com o bolo que havia preparado, tava sem nem um grão em casa.
Bom, que dúvida? Desci no mercadinho da esquina e comprei café em pó mesmo, de uma marca comum. 
Pra minha surpresa, o paladar não gostou. Não achou nem ok. 
Ora, veja só, fiquei mal acostumada!
Aí é que precisei pôr a mente pra funcionar: como lidar com ½ kg de café que não gostei nadica?



Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto.

 

Existem carrinhos de churros espalhados pela cidade toda, sempre com aquela massa doce acrescida de mais doce de leite, injetado por dentro. É gostoso, mas devo ser sincero: 
acho meio enjoativo, pesadão. É doce frito, cheio de óleo, injetado com mais doce ainda. Raramente como por aí. 
Também porque tenho memória afetiva de outro tipo de churro, que comia com minha família nas manhãs de domingo: a versão de roda do Churros da Moóca.


Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Josiane Giaretta.

 

Os conselhos nutricionais vigentes são claros: reduza o consumo de gorduras para melhorar sua saúde. No Guia Alimentar da População Brasileira, o Ministério da Saúde recomenda que nós, profissionais de saúde, orientemos a população a consumir 01 porção de alimentos do grupo lipídeos, dando preferência aos óleos vegetais, azeite e margarinas livres de ácidos graxos trans (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2008). Isso é confuso pra mim e imagino que para vocês também.

Primeiramente vamos entender o que são os lipídeos. O nome lipídeo deriva da palavra grega lipo, que significa gordura. Os lipídeos compõem um grande grupo de nutrientes que chamamos de macronutrientes. Nesse grande grupo estão também os carboidratos e as proteínas.


Tenho na minha cabeça uma lista de feira que tenta ser mais ou menos permanente, e que há alguns meses tem mantido a mesma estrutura:
por semana, a mesma quantidade de folhas, frutas, verduras, grãos, oleaginosas... E flores.
Sim. Toda vez que tem flores na feira, trago um maço pra animar a casa. A não ser no caso de não haver flores à venda, o que me deixa um tanto quanto decepcionada. Às vezes acontece nos dias de muito frio ou de muito calor.
Tenho amigos que consideram mórbido ter flores de corte em casa, só gostam de plantas plantadas, com raiz e conjunto completo.
Bom, eu gosto das duas coisas, e não acho que uma substitua a outra. É meio que eu auto-mimo semanal, algo que deixa a casa mais alegre a habitada.
Como recentemente aprendi um truque novo para fazê-las durar, resolvi dividir com vocês.


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