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Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto.

 

Existem carrinhos de churros espalhados pela cidade toda, sempre com aquela massa doce acrescida de mais doce de leite, injetado por dentro. É gostoso, mas devo ser sincero: 
acho meio enjoativo, pesadão. É doce frito, cheio de óleo, injetado com mais doce ainda. Raramente como por aí. 
Também porque tenho memória afetiva de outro tipo de churro, que comia com minha família nas manhãs de domingo: a versão de roda do Churros da Moóca.


Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Josiane Giaretta.

 

Os conselhos nutricionais vigentes são claros: reduza o consumo de gorduras para melhorar sua saúde. No Guia Alimentar da População Brasileira, o Ministério da Saúde recomenda que nós, profissionais de saúde, orientemos a população a consumir 01 porção de alimentos do grupo lipídeos, dando preferência aos óleos vegetais, azeite e margarinas livres de ácidos graxos trans (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2008). Isso é confuso pra mim e imagino que para vocês também.

Primeiramente vamos entender o que são os lipídeos. O nome lipídeo deriva da palavra grega lipo, que significa gordura. Os lipídeos compõem um grande grupo de nutrientes que chamamos de macronutrientes. Nesse grande grupo estão também os carboidratos e as proteínas.


Tenho na minha cabeça uma lista de feira que tenta ser mais ou menos permanente, e que há alguns meses tem mantido a mesma estrutura:
por semana, a mesma quantidade de folhas, frutas, verduras, grãos, oleaginosas... E flores.
Sim. Toda vez que tem flores na feira, trago um maço pra animar a casa. A não ser no caso de não haver flores à venda, o que me deixa um tanto quanto decepcionada. Às vezes acontece nos dias de muito frio ou de muito calor.
Tenho amigos que consideram mórbido ter flores de corte em casa, só gostam de plantas plantadas, com raiz e conjunto completo.
Bom, eu gosto das duas coisas, e não acho que uma substitua a outra. É meio que eu auto-mimo semanal, algo que deixa a casa mais alegre a habitada.
Como recentemente aprendi um truque novo para fazê-las durar, resolvi dividir com vocês.


Me chamem de clichê, me chamem de adolescentinha, mas gosto demais de quando chega a primavera.
Eu sei, geralmente se associa primavera = o momento em que as flores e borboletinhas aparecem por todos os lados, como nos livros do José de Alencar; eu penso mais que as árvores de fruta começam a ficar carregadas, que as verduras ficam mais viçosas que nunca, que é quando tem dias de sol intenso com vento fresco - o clima mais agradável do mundo.
E, pelo menos pra mim, com a mudança de estação parece que vem um clima meio de ano novo, talvez porque meu aniversário é por essa época. Ou só porque é o anúncio de que em poucos meses acaba o ano mesmo.
De qualquer forma, se formos nos concentrar no quesito "verduras lindas" acabamos caindo no post de hoje, que é um jeito muito prático de comer salada.

Gosto de preparar estes rolinhos de papel de arroz recheados com salada quando a família se reúne na casa da minha mãe no verão. Lá, às vezes, a gente não faz almoços sérios, no horário, com todo mundo sentado à mesa.
Às vezes a mesa fica posta e vai saindo um prato, vai saindo outro, os pequenos correm atrás dos bichos ou fazem "projetos de ciência", os grandes lêem, ficam na rede, cozinham, desenham, montam alguma engenhoca ou aeromodelo, cuidam da trilha sonora, por aí vai.
E enfim, gosto muito da idéia de poder comer salada civilizadamente com uma mão só. Algo que - convenhamos - não é exatamente possível com saladas no formato comum. Ainda mais se estiverem com molho.


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Comida de rua - churrasco grego e shawarma!

22/08/2014 - 1 Comentários - Comida de rua | Alho, Cebola, Pão, Sanduíche, Tahine

Gabriel é um amigo que conheci estudando cinema, no primeiro curta em que me chamaram pra fazer assistência de câmera.
Durante a faculdade, lembro dele como técnico de som, microfonista e roteirista - se bem que ele tenha dirigido cena também (em filmes que não cheguei a trabalhar).
É um cara ótimo pra conversar sobre música, escreve sobre filmes e quadrinhos, e outro assunto que temos em comum é comida. Cada um gosta de coisas bem diferentes: eu com minhas verduras orgânicas e integrais, ele apaixonado por bacon e biscoitos recheados. Mas há itens sobre os quais temos de concordar: lámen, comida italiana, pães, doces. 
O lance é que o Gabriel aprecia e conhece lugares excelentes para comer na rua - e vai nos apresentar nesta nova coluna os lugares que ele visita por São Paulo e além. Com a palavra, Gabriel.

Opa! Sou o Gabriel Marzinotto, um cara que vive em São Paulo - na Mooca, precisamente - e realmente adora esta cidade.
É um lugar tão gigante, cheio de opções, que não entendo quando ouço alguém falar "preciso viajar pra escapar um pouco daqui". Quer dizer, até entendo, é uma cidade cheia de problemas e sempre ligada no 220v. Mas é também tão bagunçada e cheia de opções onde se menos espera, que me deixa tranquilo: sempre vai haver algo a se fazer, algum canto bacana pra se achar. E pra comer, rapaz, aqui é um lugar massa demais.
E é sobre isso que é a coluna: comer bem pelas ruas da cidade. Não só comida de barraquinha ou carrinho, mas também aquela comida rápida de balcão, ou aquele muquifinho onde se gasta pouco e se come algo que só se acha por aí, longe do conforto de casa.
E aí entra a segunda parte da coluna: a tentativa de reproduzir e adaptar essa comida de rua pra dentro de casa.
Pra quê, podes perguntar, se todo o charme é achar cantos e comidas espalhados pela cidade? Porque as vezes dá preguiça, uai. Ou porque as vezes você tem aqueles amigos ou familiares que tem receio de comer um churrasgato no centro. Ou porque, enfim, é divertido cozinhar coisas divertidas. 
Espero que gostem. E pra começar, o clássico dos clássicos...
Churrasco Grego e Shawarma!


Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto.


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