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Chá para quem sente muito frio.

16/08/2014 - 0 Comentários - Receitas | Baunilha, Canela, Cravo, Gengibre

Existe gente cujo corpo tem uma habilidade impressionante para regular a própria temperatura mas, para meu azar, não faço parte deste time na maior parte do tempo.
Pelo menos, não no frio.
É muito comum eu ficar com os pés gelados, independente da quantidade de roupas, meias, cobertas - o que dificulta bastante para pegar no sono. Nessas horas, o que dá certo é tomar banho quente, pôr uma bolsa de água quente nos pés, ou comida/ chá.

No caso de comida, a campeã absoluta é sopa, sem dúvida. Se for apimentadinha, melhor ainda.
No caso dos chás, descobri uma combinação particularmente eficaz e muito simples: baunilha, cravo e canela. 
Isso porque são ingredientes que favorecem a circulação sanguínea por todo o corpo, até mesmo nas extremidades. 


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Nutrição: água - começando pelo começo.

08/08/2014 - 2 Comentários - Nutrição |


Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Josiane Giaretta.

A coluna nutrição, começando hoje, surgiu de curiosidades que eu tenho, e imagino que vários de vocês se perguntem questões parecidas.
É uma série de textos para entender melhor como funciona a relação entre nutrientes e bem estar, nível de energia, humor, equilíbrio do corpo. O primeiro texto é sobre água, um fundamento para que tudo flua bem.
Quem escreve esta coluna é a nutricionista Josiane Giaretta, apaixonada por gastronomia e "comida de verdade".
Ela tem estudado gastronomia funcional e, além de nos ajudar a entender nutrição e corpo, vai dividir algumas de suas receitas e fotos lindas.
Vejam que querido o que ela me disse: "entendo a nutrição equilibrada como aquela em que nada é excluído. Se há problemas, pode ser por falta/ excesso de algo". Muito justo, não?

Passo à Jô a palavra.


Eu lembro da primeira vez em que comi brownies.
Foi em um picnic com amigos meus, há uns 8 anos. Olha só (eu to atrás da câmera):

Uma das meninas levou brownies e, do jeito que sou comilona, devo ter comido logo uns três quadradinhos. Eram deliciosos.
Mas sei que precisei deitar de barriga pra cima por um tempo pra "desempanzinar".
Fast forward pra 2014. Já experimentei outros brownies por aí, a maioria meia boca, alguns gostosos... por algum motivo, resolvi prepara-los em casa.

Mas eu não queria ter de usar uma barra de manteiga pra meia dúzia de fatias, logo comecei a procurar receitas adaptadas para isso.
Procura daqui e procura de lá, achei várias idéias, mas nenhuma receita que fosse inteiramente do meu agrado.
Portanto, inventei minha própria versão.


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Afinal, o que é mesmo caponata? (E um convite).

18/07/2014 - 0 Comentários - Receitas | Beringela, Cenoura

"Ah, caponata é aquela coisa com berinjela, não é?".
Isso era o maior grau de precisão com que eu conseguia definir o prato.
Aí, um tempo atrás vi no TheKitchn uma receita que gostei muito, e preparei algumas vezes.
Mas continuei com a pulga atrás da orelha.
Procurando pra cá e pra lá, praticamente todas as explicações que achei diziam que caponata é um prato siciliano, uma salada de berinjela, alcaparra, salsão e vinagre, cozidos com azeite de oliva.
Do jeito que eu vejo, a caponata é mais versátil que uma salada: é tipo uma compota salgada. Uma conserva que pode ser comida sim como salada quente ou fria, mas também como molho de massa, recheio de sanduíche, recheio de pizza.
Fica pronta sem muito esforço, dura até um mês na geladeira, e salva muito jantar em dia cansativo.

Um parêntesis sobre o convite que menciono no título:
Os leitores do É o que tem pra hoje terão direito a 5% de desconto nos cursos de férias do Pra quem faz, uma plataforma de ensino muito bacana. Para obter o desconto é só inserir o código "é o que tem pra hoje" no campo indicado no site.
Os cursos acontecem no Rio de Janeiro, mais informações em:http://praquemfaz.com/collections/gastronomia


Primeiro, a mudança!

To empolgada de poder enfim publicar o blog no endereço .com, depois de um bocado de tempo organizando e rascunhando.

Curiosem pelas páginas com calma para ver o que há de novo: um índice para achar receitas e tags com facilidade, há tabelas de medidas e temperaturas, e tenho planos para novas colunas, além de Detalhes tão Pequenos – uma das quais vai ser escrita por um amigo convidado.

Quero publicar posts com maior frequência, também.

Por tudo isso, há muito o que agradecer:

À Celaine, que está sempre por perto pensando junto, que ilustrou e apoiou através do Instituto Orbitato, tornando possível o trabalho com os designers Marcelo Monreal, Thais Maas e Flávia Vanelli (que participou no início do projeto).

Também à Nicole Samperi, que fotografou meus retratos tão elegantes como os ensaios de moda dela, e ao Boris Ramalho que a auxiliou.

Ao Max M. Fuhlendorf, que deu consultoria em escolhas técnicas, e Two Web serviços digitais, empresa que fez a programação do site.

À família, pelas conversas e questionamentos que me ajudam a pensar e tomar decisões, e aos amigos que estão sempre próximos, fazendo o mesmo.

Amores, aqui está o resultado.

Para inaugurar a casa nova, vou dividir com vocês esta receita da minha mãe (a Celaine, que citei no parágrafo anterior).

Assim como os ninhos de abelha da minha avó, é uma receita que não sei bem de onde surgiu, mas que virou clássico de família há anos.

Como os ninhos, tive que ir adivinhando as medidas para poder anotar e repetir, já que minha mãe mede tudo a olho.

É simples de preparar, e leva poucos ingredientes. Pode tanto ser feita de véspera como no dia, e exige pouco tempo de mão na massa.

No mês de maio a receita foi publicada na revista Minha Casa, da editora abril, em homenagem ao dia das mães.

Aqui vou dividi-la com vocês mais detalhadamente.


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