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Eu duvido, sinceramente, que exista alguém que não goste de pastel. Claro que não estou falando de pastéis meio frios, meio murchos, pingando óleo. Não.
Estou falando de pastel fresco, quentinho, crocante, caprichado. Frito em óleo novo. Desse aí não é possível desgostar.
Um feliz complemento eventual ao almoço do dia-a-dia, um lanche rápido na feira (junto daquele copo de caldo de cana gelado), ou ainda um belo petisco para servir com cerveja: eis a receita de hoje.
Depois de experimentar as quatro receitas que encontrei nos cadernos da minha avó Nelci, escolhi aquela que ficou do jeitinho do pastel que ela preparava, e aqui vai.


O clichê a que o título de refere sou eu própria, yours truly. Como assim? Assim:

Assim, tenho passado um bom tempo em casa, cozinhando e escrevendo, e organizando o blog, e chega uma hora que dá um bode e preciso mudar de cenário. Aí está o clichê: apesar de ter muitas pautas em mente, deu uma certa falta de inspiração para escrever. Então fui a um café, e de repente não consigo parar de desenhar letras sobre o papel.
Geralmente, um parque perto da minha casa é o meu quintal. Mas com a chuvinha boa que está caindo, decidi ir conhecer este lugar onde queria ir há tempos. Me apaixonei.
Inclusive porque no trajeto à pé as idéias vão tomando forma sem que a gente nem perceba.

Quanto ao inusitado, é que outro dia me deparei com um belo maço de beterrabas que estava sem destino em casa, já que ando mais interessada nas ramas das beterrabas do que nelas próprias. Me lembrei de um vídeo todo bonitinho que uma amiga recomendou tempos atrás, onde aparecia a receita de um bolo sem farinha, de chocolate com beterraba. Ta aí uma combinação que eu não pensaria se ninguém me contasse que existe. E, olha, que delícia!


Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto, com colaboração de Catharina Strobel.

 

Não é fácil comer um hambúrguer barato hoje em dia. Quer dizer: um bom hambúrguer barato. Assim como boa parte das comidas rápidas, a versão gourmet se expandiu nos últimos 10 anos, melhorando bastante a qualidade de muitos lugares mas também elevando bastante os preços. Não dá pra ficar de boa em um lugar que cobra mais de R$30,00 pelas versões mais simples do lanche (para as mais sofisticadas, o céu é o limite).

A alternativa é buscar aquele cheese-salada reforçado das padarias ou o lanche rápido dos botecos, mais próximos do hambúrguer caseiro. E aí vai de lugar pra lugar. Já encontrei ótimos achados em bares fuleiros e cheeseburguers tenebrosos em padarias bonitonas. Bem, pelo menos os preços não impossibilitam o rango.

Mas tem um lugar famoso na cidade que virou ponto de referência do apreciador de hamburguinhos tradicionais: o Hambúrguer do Seu Oswaldo. Aberto no Ipiranga desde 1966, é um daqueles lugares meio obrigatórios pra quem curte comer pela cidade e não se contenta a ficar no eixo Pinheiros/Paulista/Centro. A cidade é gigante e repleta de picos fenomenais, o Seu Oswaldo sendo um desses casos mais ilustres. Dei uma passada lá na semana passada, junto com a Catharina e o Leo.


Como várias outras idéias de que gosto pra cachorro, a primeira vez que vi isso foi no TheKitchn. Depois de lá, vi a mesma receita em muitos outros lugares na internet. Também, olha só a receita: pique bananas maduras em pedaços e leve ao congelador. Bata no processador ou liquidi até ficar cremoso. Sirva.
Pfff lógico que fez sucesso. É algo gostoso, barato, fácil e "magro". (E gelado, o que conta mil pontos nesses 35oC ou mais).
Agora, pensei comigo, eu realmente acho a idéia boa e realmente tenho vontade de dividir com vocês publicando aqui. Então... hum... resolvi acrescentar mais alguma coisa, que é pra causar interesse em quem já conhece o fantástico sorvete-de-um-ingrediente-só: cestinhas de cookies. Só que preciso testar mais pra acertar nas cestinhas porque não foi dessa vez.


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Detalhes tão pequenos - o que fazer quando a louça se amotina contra o capitão.

07/11/2014 - 0 Comentários - Detalhes tão pequenos |

Quando comecei a morar sozinha, tracei um plano com a clara intenção de ser obrigada a lavar a louça com freqüência e não deixá-la acumular na pia: ter pouca louça. São 4 panelas ao todo (juro), conjunto de talheres para apenas 4 pessoas, meia dúzia de tigelinhas. Há um número maiorzinho de pratos e xícaras, porque acho eles bonitos e meio que coleciono, mas os essenciais são em número limitado.

Veja, eu sou uma pessoa limpinha e tudo, mas por algum motivo obscuro me sinto perdendo tempo se parar para lavar a louça logo depois de cozinhar/ logo depois da refeição. Parece que preciso ir logo fazer outras coisas para o dia render. Vai entender... por isso, ela tem uma tendência terrível para se juntar, independente da minha vontade, e me ataca de vez em quando.

Até eu conseguir transformar em hábito a arte zen de lavar a louça diariamente, tenho algumas dicas para lidar com o acúmulo. E a parte final das dicas serve também como método de limpeza semanal da pia.


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