Logo-2017

Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto, com colaboração de Catharina Strobel.


Na minha primeira coluna falei do Churrasco Grego e comentei que pra mim ela seria quase a comida-símbolo deste espaço. Quando penso em comida de rua, comentei, penso nos carrinhos espalhados pelo centro com aqueles belos espetos de carne.  Mas tem outra comida, mais famosa e popular, que desafia esse reinado na minha cabeça.

A coxinha.

É a rainha dos salgados de balcão, encontrada em todos os lugares - de botecos a restaurantes da alta gastronomia. E sem problemas. É possível comer uma diminuta versão gourmet cheia de nove horas em um food truck por quase 10 reais ou atravessar a rua e pedir uma coxa enorme no bar e gastar poucos reais.

Quando decidi escrever sobre a coxinha logo pensei em colar naquelas mais famosas para descobrir  qual é a melhor. A do Frangó, na Zona Norte? Ou as do Veloso na Vila Mariana? Alguns defendem a versão da padaria Barcelona no coração do Higienópolis. Mas no fim achei que ia ser meio lugar comum e meio... bobo. Já existem mil matérias (eu contei) pela internet, fora os guias anuais que sempre votam na melhor versão do petisco.

Qual é a melhor coxinha? Sei lá. Já provei as famosas, são boas mesmo. Mas são pequenas, são caras, e no final acho que as melhores que já comi foram em alguma festa aqui em casa, quando comprávamos o cento da Dona Maria, japonesa aqui da Mooca. Principalmente porque eu podia comer umas dez seguidas.

Então mudei um pouco o esquema e fui em um lugar que eu adoro dar uma passada e que tem uma versão arrebatadora do prato – esta sim a melhor da cidade: a Coxa-Creme do Estadão. Pera, não é uma coxinha! Não, mas meio que é. E é gigante, barata e subestimada.


Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Josiane Giaretta.

 

Os conselhos nutricionais vigentes são claros: reduza o consumo de gorduras para melhorar sua saúde. No Guia Alimentar da População Brasileira, o Ministério da Saúde recomenda que nós, profissionais de saúde, orientemos a população a consumir 01 porção de alimentos do grupo lipídeos, dando preferência aos óleos vegetais, azeite e margarinas livres de ácidos graxos trans (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2008). Isso é confuso pra mim e imagino que para vocês também.

Primeiramente vamos entender o que são os lipídeos. O nome lipídeo deriva da palavra grega lipo, que significa gordura. Os lipídeos compõem um grande grupo de nutrientes que chamamos de macronutrientes. Nesse grande grupo estão também os carboidratos e as proteínas.


Eu lembro da primeira vez em que comi brownies.
Foi em um picnic com amigos meus, há uns 8 anos. Olha só (eu to atrás da câmera):

Uma das meninas levou brownies e, do jeito que sou comilona, devo ter comido logo uns três quadradinhos. Eram deliciosos.
Mas sei que precisei deitar de barriga pra cima por um tempo pra "desempanzinar".
Fast forward pra 2014. Já experimentei outros brownies por aí, a maioria meia boca, alguns gostosos... por algum motivo, resolvi prepara-los em casa.

Mas eu não queria ter de usar uma barra de manteiga pra meia dúzia de fatias, logo comecei a procurar receitas adaptadas para isso.
Procura daqui e procura de lá, achei várias idéias, mas nenhuma receita que fosse inteiramente do meu agrado.
Portanto, inventei minha própria versão.


Foi no final de 2009/ início de 2010 que comecei a pegar o jeito de fazer biscoitos.
Eu sou o tipo da pessoa que pode errar muitas vezes, mas pelo menos erro prestando atenção, então vou lembrando dos erros e evitando eles cada vez que preparo uma receita. Depois de algum tempo (às vezes demorado, às vezes rápido) aprendo a acertar.
Bom, o caso foi que meu irmão só viu biscoitos que eu fiz quando eu já estava mais pro lado do acerto, e lembro de ele ter ficado impressionado. Fiquei tão contente de ele gostar dos doces, que quando dá (quando minha mãe me visita) faço alguma coisa pra mandar pra ele. Aí que eu quis fazer um bolo pro aniversário dele que fosse muito bonito e amoroso.


Pra alegrar a vida do menino, que ta morrendo resfriado e não pode nem sair de casa, fiz uns esquilos.


Sim, eu uso diminutivos o tempo todo. haha Nesse caso faz bastante sentido, porque o sabor de manteiga fica suave.

Estou insistindo nas tentativas de pão até pegar o jeito. E esse aqui considerei um avanço. :)


Bom, já escrevi sobre os biscoitos de agradecimento, agora vão os cookies.

Eu adaptei eles de uma receita da Patrícia.




Tenho um agradecimento a fazer, e o jeito que funciona melhor pra mim é preparar uma  doçurinha.

Escolhi essa receita porque acho que tem um tom sofisticado, e como o agradecimento é grande, fiz também cookies de chocolate e castanhas que adaptei da Patrícia.

Em português, os biscoitos de alecrim recheados com geléia de damasco ficam assim:


0

Cookies.

15/11/2010 - 0 Comentários - Receitas | Aveia, Biscoitos, Chocolate, Farinha de trigo refinada, Manteiga, Ovo

Quando vem gente em casa, gosto de ter alguma comidinha pra oferecer. Mesmo se for simples, mesmo se for pra pedir pizza depois...

Geralmente, cookies são uma boa pedida porque são rápidos e fáceis de fazer, e até agora não conheci alguém que não goste deles.