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Ando meio filosófica, pensativa, lendo sobre diferentes modos de entender a vida, o quotidiano, espiritualidade. Talvez não faça lá muito sentido do jeito que falo, mas o fato é que ando prestando atenção no que é que cada situação me traz.
Assim como to interessadíssima em estudar maneiras de prestar atenção ao corpo, quero prestar atenção nas maneiras de me/nos relacionar com as pessoas ao redor e as situações que aparecem a cada 5 minutos.
"E daí?" você me pergunta. 

Daí que pedalando por Pomerode reparei nas goiabeiras carregadas, dando tanta fruta que a gente mal sabe o que fazer com tudo isso.
Lembrei que a Dede, uma amigona, me disse que deveria publicar uma receita de frapuccino - uma bebida doce, cremosa e refrescante, que ela gosta de tomar no starbucks.

A rigor, frapuccino é uma  versão de frappé. Era pra ser uma bebida batida até se tornar aerada e cheia de bolhinhas, costuma levar café e é comum adicionar açúcar, baunilha, creme.
E qual é a diferença em relação a vitaminas, café gelado, capuccino gelado? Bom, é um pouco difícil definir. Ao que parece, a diferença está justamente nas bolhinhas, no ar incorporado. Pra isso, se bate no liquidificador por mais tempo.



Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto.

 

Existem carrinhos de churros espalhados pela cidade toda, sempre com aquela massa doce acrescida de mais doce de leite, injetado por dentro. É gostoso, mas devo ser sincero: 
acho meio enjoativo, pesadão. É doce frito, cheio de óleo, injetado com mais doce ainda. Raramente como por aí. 
Também porque tenho memória afetiva de outro tipo de churro, que comia com minha família nas manhãs de domingo: a versão de roda do Churros da Moóca.


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Chá para quem sente muito frio.

16/08/2014 - 2 Comentários - Receitas | Baunilha, Canela, Cravo, Gengibre

Existe gente cujo corpo tem uma habilidade impressionante para regular a própria temperatura mas, para meu azar, não faço parte deste time na maior parte do tempo.
Pelo menos, não no frio.
É muito comum eu ficar com os pés gelados, independente da quantidade de roupas, meias, cobertas - o que dificulta bastante para pegar no sono. Nessas horas, o que dá certo é tomar banho quente, pôr uma bolsa de água quente nos pés, ou comida/ chá.

No caso de comida, a campeã absoluta é sopa, sem dúvida. Se for apimentadinha, melhor ainda.
No caso dos chás, descobri uma combinação particularmente eficaz e muito simples: baunilha, cravo e canela. 
Isso porque são ingredientes que favorecem a circulação sanguínea por todo o corpo, até mesmo nas extremidades. 


Não sei vocês, mas eu sou uma pessoa que gosta de comida. Mesmo.

Me dá um bruta mau humor ter fome e/ou vontade de comer, e não ter nada à mão para beliscar.

E com essa onda em que ando de comer direitinho e saudável, a trama se complica.

Porque às vezes até daria pra quebrar o galho em alguma padaria do caminho, mas não ando com vontade de comer pão de queijo e pão francês o tempo todo (além do mais, cada bocadinho que se compra na rua em São Paulo representa uma porcentagem significativa dos ganhos mensais de um ser humano).

Eis que em maio do ano passado, juntando informações daqui e dali, e testando um pouco, fiquei feliz com a receita/fórmula que desenvolvi para barrinhas de aveia.

Cê vê: elas ficaram do jeito que eu gosto. Crocantes, e aceitando bastante variação nos ingredientes.

A questão é a seguinte: se eu tenho fome, em geral preciso de algo salgado. E isso não é possível com a receita daquelas barrinhas de aveia.

Têm aparecido no mercado algumas opções de barrinhas salgadas. Pelo que ouvi dizer, quase todas são esquisitas ao paladar. Ainda assim, são possíveis.

Lá vai a Flora procurar pela internet receitas de barrinhas salgadas. Mas não foi fácil de achar.


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(Outra) sopa de abóbora

05/06/2014 - 1 Comentários - Receitas | Abóbora, Abobrinha , Alecrim, Canela, Cominho, Frio, Queijo, Sopa, Xuxu

Como quase sempre, olhei pra dentro da geladeira pra me inspirar. Tava com fome.

Pensei comigo "coisas que cozinhem rápido".

Portanto usei a abóbora de pescoço, abobrinha verde e xuxu (eu sei, já me ensinaram que xuxu na verdade se escreve chuchu. Eu continuo teimando no x).

Foi a sopa mais ninja/ gostosa que já fiz, acho.

Talvez a fome tenha influenciado minha percepção dos fatos...


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Melhor chimia de maçã do mundo!

05/06/2014 - 5 Comentários - Receitas | Canela, Limão, Maçã

Hoje trago a melhor chimia de maçã do mundo, acompanhada de fotos duvidosas e um post escrito às pressas.

Desculpem pelo silêncio da semana passada, juro que to me esforçando pra manter a regularidade dos posts.

Tirei a receita aqui do Crunchy Betty, um site bem engraçado que tem receitas caseiras de produtos de limpeza pra casa e de produtos de beleza. Às vezes acho mistureba demais, mas a maior parte do tempo eu gosto. Vejam lá o que vocês acham.

Acabei adaptando a receita pro meu gosto, de repente dêem uma olhada lá na Betty pra comparar. 


O que temos aqui?

Um menino de aniversário, um potão de doce de leite mineiro (acho que eram 500g, talvez mais), amendoins fantásticos.

Pra mim pareceu uma boa idéia transformar tudo isso em um bolo de canela recheado de crocante de amendoim e doce de leite. Adaptei essa massa aqui, que ficou um pouco mais seca do que eu esperava, mas ainda assim boa, e o resultado foi o bolo da foto.


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Biscoitinhos para chá ou café

05/06/2014 - 1 Comentários - Receitas | Biscoitos, Canela, Chocolate, Laranja

Receita repetida, só que com duas pequenas mudanças: o sabor e a forma.

Esses biscoitos são feitos com a mesma massa do alfajor, e dão certo pra acompanhar chá justamente por serem levinhos e desmancharem na boca.


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Kanelbullar - pão doce de canela, a versão sueca

05/06/2014 - 5 Comentários - Receitas | Canela, Cardamomo, Pão

É fato que existem muitas versões de pão de canela.

Porque eu fui começar justo com a sueca, vocês podem perguntar.

Bom, porque sim. Acho muito bonitos os pães e bolos suecos que vejo por aí pela internet. E também acho que a Suécia deve ser o paraíso do brechó. Aposto que se eu fosse visitar ia achar tudo lindo!

Fora isso, a receita que escolhi prometia ser leve e não ser doce demais.

E é verdade. À ela!